Óculos da Microsoft permitem brincar com hologramas sem sofrer enjoos

 

A Microsoft anunciou a distribuição de seus óculos da “realidade mista” como ela mesma afirma, chamado HoloLens. Veja as impressões do aparelho.

Por enquanto apenas os desenvolvedores podem adquirir os óculos. O preço não é nada amigável, US$ 3.000 (cerca de R$ 10,6 mil). A demonstração do aparelho foi feita na conferência da empresa, a Build, realizada em San Francisco.

Além do valor salgado, os pontos negativos citados pela reportagem da Folha diz respeito ao peso do óculos, 579g (mais que o Oculus Rift, do Facebook), a bateria parece não durar muito e a tela é pequena. Contudo, esta última parece ser mesmo uma intenção da Microsoft. É por isso que a empresa categorizou o dispositivo de “realidade mista”, pois a pequena “tela holográfica” foi pensada para interagir com o ambiente, assim o usuário pode ver também a circunvizinhança. Essa é a principal razão para as pessoas não sentirem enjoos quando o utilizam.

O aparelho usa câmeras embutidas para escanear um cômodo e detectar suas superfícies, podendo interagir e modificar o ambiente. Ele também interpreta instruções de voz e transmite áudio com minúsculos alto-falantes. É possível redimensionar a janela do browser e acessar qualquer site da internet.

A americana NASA, a universidade de Case Western Reserve University, e algumas empresas já fizeram parcerias com a Microsoft para utilizar o dispositivo.

A corrida para lançar o aparelho está grande. Parcerias como as citadas acima serão importantes para as fabricantes ganharem força e notoriedade, para as empresas também será interessante uma vez que serão desenvolvidos programas específicos para essas instituições aliadas.

Em breve teremos várias opções disponíveis para o consumidor final, nessa batalha por esse mercado vai ocupar a liderança quem conseguir desenvolver um produto bom e com um custo-benefício melhor. Vale lembrar que uma barreira a ser vencida por todas elas será não deixar as pessoas enjoadas com seu uso. Sobre isso, parece que a Microsoft já está conseguindo resolver.

 

 

Leia outros artigos sobre o tema:

2016: o ano zero da realidade virtual

Mundos paralelos

 

 

*Assunto baseado na reportagem do jornal Folha de S. Paulo

Compartilhe no Google Plus

Faça um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

MENU