Os makers debatem a última fronteira

Em 30 anos, as pessoas que não souberem usar uma impressora 3D ou não entenderem coisas afins não terão emprego. Isso será tão normal quanto o computador é hoje; você precisa saber usá-lo, ainda que não saiba programá-lo”.

Este é um trecho da reportagem da Revista HSM que aborda não só a impressão 3D, mas a nova onda de empreendedorismo que se estabelece a partir do “faça você mesmo”. Um movimento que se alia aos novos recursos tecnológicos para dar vazão aos seus próprios projetos.

O movimento Maker é considerado o novo start para a criação de empreendimentos inovadores que solucionarão os grandes gargalos da humanidade. Também é visto como a saída para a incerteza dos empregos e aos ambientes de trabalhos convencionais.

O exemplo mais claro é o TechShop – um local de US$ 1 milhão em máquinas com tecnologia de ponta e repleto de gente fazendo coisas com elas. É neste ambiente que nascem inovações como o aparelho que passa cartão de crédito acoplado no smartphone.

A TechShop levantou US$ 20 milhões em capital de risco e frequenta a lista da revista Inc. das empresas que mais crescem nos Estados Unidos. Teve um salto de 798% no faturamento entre 2009 e 2012.

No Brasil, existem líderes que se inspiram na experiência internacional. Destacam-se os nomes Ricardo Cavallini e Alon Sochaczewski que estão entusiasmados a levantar a bandeira em nosso país.

A matéria é extensa e muito agregadora. Recomendo a leitura e o estudo do material. “Faça você mesmo” é uma forte tendência para ditar os próximos saltos de uma economia. E você não vai querer só assistir.

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