Moedas digitais tentam ganhar espaço após ciberataques

O bitcoin tem sido o meio de pagamento preferido de hackers que desenvolveram o vírus WannaCry,  que atingiu mais de 300 mil computadores no mundo na semana passada. Uma das principais razões para isso é o valor total das bitcoins em circulação, mais que o dobro da mais próxima rival entre centenas de concorrentes.

Criada em 2008, o bitcoin foi a primeira moeda digital a usar a criptografia com sucesso para manter transações seguras e ocultas. Ela funciona através de blockchain, com registro compartilhado de todas as transações feitas. Os endereços de bitcoin são anônimos, mas os usuários podem ser rastreados através de endereços IP ou analisando fluxos de dinheiro.

Se usuários de bitcoin quiserem ficar totalmente anônimos, eles têm que passar por uma série de passos adicionais complexos para se certificarem de que não serão pegos.

Com isso, outras moedas digitais que oferecem mais anonimato estão ameaçando superá-la. Monero é uma criptomoeda lançada em 2014 que se caracteriza por dificultar ainda mais o rastreamento de transações. Usa um protocolo chamado CryptoNote, criado do zero.

Já a Zcash oculta automaticamente o endereço de envio, o endereço do beneficiário e o valor de todas as transações, a não ser que você tenha a chave de visualização.

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