Sexo com robôs

 

Sim, o título é esse mesmo. Se você ainda não ouviu falar dessa prática tão tecnológica – e estranha -, o nome dela é robofilia, em outras palavras, o uso de máquinas inteligentes para o prazer.

“Pessoas certamente irão se apaixonar pelas máquinas e pela inteligência artificial – que pode, inclusive, retribuir”, diz o consultor britânico em tecnologia, Ian Pearson.

E não pense que esses robôs só pertencem ao futuro. A americana True Companion já fornece essas tecnologias. Eles podem ser desenvolvidos com as características físicas que os clientes pedem, e ainda conta com cinco opções de personalidade (da mais comportada à ousada). Os robôs da empresa também possuem nos orifícios sensores e motores, e conseguem movimentar a cabeça e falar com usuário, coisas como, “estou tão excitada”, quando lhe tocam os seios. O preço: US$ 7000.

Outra americana, a Real Doll, também trabalha para fabricar novas versões de suas bonecas realistas, feito em tamanho real dos humanos. “Tivemos consumidores que se casaram com suas bonecas, afirmando que elas salvaram suas vidas após a morte de um parceiro ou o fim do relacionamento”, disse a companhia.

Confesso que nunca tinha lido nada a respeito desse assunto. A própria imagem da matéria (essa mesma que está aqui acima) já me causou espanto. Achei estranho pensar nessa questão, usar máquinas em relações sexuais, que grotesco. De certo modo, quando os robôs se tornarem mais acessíveis (daqui 20, 30 anos) acho que será inevitável que tenhamos uma interação muito maior com eles, mas isso não anula o fato de querer fazer sexo com essas tecnologias, não mesmo!

 

 

*Assunto extraído do Jornal Folha de S. Paulo

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