O Uber e o alvará da nova economia

 

A novata de apenas seis anos e já valendo US$ 50 bilhões, é a estrela no que diz respeito a serviços digitais, transporte, tecnologia e debates. Pois sim, uma das primeiras coisas que vem a cabeça quando falamos sobre Uber é dos inúmeros debates que ele vem causando no mundo todo.

Veja como está a situação em outras cidades e países do aplicativo mais polêmico da atualidade:

  • Nova Déli (Índia): depois de uma passageira ter falado que foi estuprada por um dos motoristas do app, os carros da empresa foram obrigados a instalar botões de pânico para continuar operando na cidade.
  • China: vários serviços locais similares surgiram. O governo chinês abriu consulta pública para regulamentá-los e pretende obrigar contratos de trabalho para seus motoristas.
  • Londres: o prefeito Bem Johson exigiu que os motoristas da empresa se submetessem aos mesmos testes que condicionam o alvará dos taxistas.
  • Berlim (Alemanha) e Espanha: a empresa foi banida.
  • Califórnia (EUA): a justiça julga uma ação coletiva movida por três motoristas contra o Uber que pode fazer que a empresa seja obrigada a pagar os direitos trabalhistas aos motoristas cadastrados no aplicativo.
  • Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte resistem à entrada da empresa. Recentemente o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, criou novas regras (confira nesse link: http://ow.ly/TXEGl). O Distrito Federal é o único onde o Executivo local ainda não proibiu o seu funcionamento.

Um fato que não tem como negar, é que o Uber realmente está mudando as regras do jogo. Sejam elas favoráveis ou não a empresa, em todos os cantos do mundo – 344 cidades de 60 países nos seis continentes – que ele começou a operar fez com que profissionais, governantes e diversas pessoas refletissem sobre o seu modelo de negócios, abrindo também a mente para as constantes mudanças que chegam através de uma sociedade que está cada vez conectada e familiarizada com a tecnologia.

 

 

*Assunto extraído do Jornal Valor Econômico

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