Manual do adolescente corporativo

Comentário da matéria “Manual do adolescente corporativo

Revista Isto É, 25/11/2011

 

“A política da Unilever – definida pela alta direção e repassada a todos – é orientar sobre o que publicar nas redes sociais, principalmente em relação a possíveis prejuízos que suas declarações possam causar à empresa” – esta é uma das experiências corporativas descritas pela Revista Isto É ao elaborar matéria sobre como as empresas tem dosado o acesso as redes sociais por seus funcionários.

A Natura, outra empresa citada pela reportagem, libera e estimula o uso das redes sociais, seja por seus funcionários, vendedores e clientes.  Já a GGD Metais, empresa brasileira do setor de ações e metais, opta por uma postura mais conservadora. A empresa instalou um cyber café em seu escritório para que os funcionários visitem qualquer site durante os intervalos do trabalho.

Dentre todas as citações, há a percepção de que proibir o uso da internet é um procedimento ultrapassado e que trava a comunicação nas organizações. As redes sociais facilitam o entrosamento entre as pessoas envolvidas, potencializando o relacionamento e a troca de informações. Se há receio pela queda de produtividade, é bem-vinda a criação de normas, que orientem o comportamento dos funcionários quando estão plugadas nas redes sociais. O equilíbrio é o segredo para que a internet e seus recursos sejam sempre aliados aos colaboradores e empregadores.

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