O fotógrafo-empresário

Nós nos tratamos como irmãos, embora nos vejamos tão pouco que, somado todo o tempo de convivência física, duraria bem menos que o tempo de uma novela mexicana.

Mas alguém já disse que vive-se uma vida num momento, e ao lado do Reilly, principalmente sob a inclemência do sol, do calor e dos carrapatos do Pantanal, registrei momentos que deram sentido à nossa amizade.

Esse cara é uma síntese de boas virtudes: ousado, caráter de ouro, amoroso, competente…

Tem lá seus defeitos também, e o que mais me incomoda é que, às vezes, ele some. Silêncio de rádio total.

Mas sei (sabemos) que cada um está no seu canto, cuidando de seus afazeres, e no fundo, no fundo, pensando no momento em que voltaremos a nos reencontrar para perseguir imagens no Pantanal.

Sim, porque além de tudo, Reilly é fotógrafo de natureza dos bons…

Um beijo, mano…

Virginio Sanches

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