Bons negócios nascem da aliança entre empresas e universidades

Nenhum outro caminho é tão sonhado por pesquisadores como o das universidades. Nas academias há um ambiente propício às descobertas e às invenções. Existe uma valorização a iniciativa da pesquisa científica, com foco na inovação constante.

Neste contexto, muitas das mentes extraordinárias estão nas universidades. Nos centros de pesquisas elas desenvolvem seu potencial e dedicam-se à busca de soluções e respostas que tragam benefícios para sociedade.

Entretanto, por muitas vezes, as iniciativas científicas restringem-se ao tempo de vida do pesquisador dentro das faculdades. Os resultados colhidos e que poderiam ser melhores desenvolvidos estagnam-se e deixam de tornar realidade.

Por falta de apoio, incentivo financeiro, valorização da profissão pesquisadora e outros, as descobertas deixam de acontecer, o que consequentemente resultam em grandes talentos frustrados e que ficarão impossibilitados de deixar um legado inovador e importante para a evolução da humanidade.

Há mais de 150 anos, a sociedade permitiu o mesmo ato cruel com o grande inventor Nikola Tesla. Um europeu de potencial inigualável, que forneceu ao mundo as primeiras informações sobre energias alternativas, comunicação sem fio, iluminação ecoeficiente, entre outras. Tesla não teve respaldo, incentivo e crédito. Considerado um louco foi ignorado por muitos, principalmente pelos empresários.

Hoje, nós, empreendedores, não nos permitimos cometer o mesmo erro. Por isso, é de tanta relevância nos aproximar das comunidades científicas. Queremos estar perto dos pesquisadores, que tem mentes brilhantes para a inovação e sensibilidade para perceberem antecipadamente o futuro.

A iniciativa privada deve-se aliar a academia no intuito de fortalecer a iniciativa científica. Os dois segmentos juntos formam uma aliança poderosa que estimulará os pesquisadores a executarem seu importante trabalho, e proporcionará que as grandes idéias e sonhos tornem-se realidade.

Realidade esta que se resume em ótimos negócios e em valorização do potencial humano em criar e recriar, com o objetivo de promover o bem comum e melhorar a vida de todos.

Reilly Rangel

Este artigo foi publicado em 23/02/2010 no Portal da Administração

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