A revolta dos robôs

 

“Robôs farão de nós seus animais de estimação”, declarou Steve Wozniak, um dos fundadores da Apple.

“Desenvolver inteligência artificial é como invocar o diabo”, Elon Musk, o dono da Tesla.

“O século 21 não vai chegar ao fim antes que a máquina supere o ser humano em inteligência”, Viktoriya Krakovna, pesquisadora de Harvard.

“Se os humanos derem ordens estúpidas, você pode ter certeza de que os robôs as executarão”, Nick Bostrom, diretor do Instituto Futuro da Humanidade.

“As máquinas já são melhores do que nós em muitas tarefas e tudo leva a crer que, nos próximos anos, serão em várias outras”, Alexandre da Silva, professor de robótica da Unesp.

Se tantos especialistas renomados possuem previsões tão assustadoras sobre o futuro perigoso da humanidade por consequência dos avanços da inteligência artificial, o que nós meros mortais devemos pensar?

Para colocar ainda mais lenha nesse fogo, veja apenas alguns dos vários modelos de robôs que já existem:

  • LS3, da Forças Armadas dos Estados Unidos: parece com um touro mecânico só que sem cabeça, consegue percorrer distâncias superiores a 30 quilômetros e carregar até 180 quilos.
  • Robô desenvolvido pelo Instituto Federal de Tecnologia de Zurique: consegue produzir de forma autônoma outros robôs, ainda mais velozes e inteligentes do que a versão original.
  • Asimo, da Honda: é um robô humanoide, ele escaneia e reproduz os movimentos humanos, sobe e desce escadas, além de reconhecer rostos e vozes mesmo em uma multidão.
  • Cheetah, Boston Dynamics: simula os movimentos de um guepardo e pode chegar até 45km/h, é até mesmo capaz de identificar obstáculos à sua frente e saltar.

 

Como se não bastasse os filmes que nos deixam, no mínimo, refletindo se um dia o que assistimos pode se tornar real, ainda escutamos pesquisadores, executivos, professores e etc. Ou seja, não está nada fácil acreditar que são previsões exageradas. Essa imersão sobre a relação futura entre máquinas e humanos não é apenas com os adultos, tem também muito filme infantil por aí. Um deles é o Wall-e, um robozinho encarregado de limpar o planeta Terra que foi destruído pelo homem, mas é ele quem também salva os humanos que vivem em uma nave espacial de uma máquina inteligente que pretendia destruir a todos.

Acredito que o principal problema será se essas tecnologias caírem em mãos erradas. Imagine se máquinas como as descritas forem usadas por terroristas e criminosos? Aí sim, será uma verdadeira guerra. Indo mais além, da mesma forma que robôs poderão ser programados para fazerem o mal, provavelmente terão outros para nos proteger.

Para você, tudo parece mais ficção científica ou preparação para o que está por vir?

 

 

 

*Assunto baseado na reportagem da revista Galileu

 

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