Fio e tecido ‘inteligentes’ ganham mercado

 

As indústrias têxteis presentes no Brasil que apostam em produções sustentáveis estão vendo seus negócios crescerem. Estratégia que está favorecendo tanto o meio ambiente como valorizando as vendas no país.

“Em 2014, cerca de 20% das vendas eram de itens lançados há menos de cinco anos. Em 2015, esse índice chegou a 30%. Os fios com inovação ajudam a alavancar vendas no Brasil e as exportações das indústrias têxteis”, afirmou Renato Boaventura do Grupo Solvay, dona da Rhodia.

A Rhodia desenvolveu uma poliamida biodegradável que se decompõe em três anos e tem praticamente o mesmo preço do material tradicional, no qual demora décadas para desaparecer.

A catarinense Akmey, especializada em biotecnologia têxtil, criou uma inovação “à base de enzimas produzidas por microrganismos que aceleram o processo de alvejamento de fibras e de tingimento. O uso do componente reduz em 30% o consumo de água, em 20% o gasto de energia e em 35% o uso de componentes poluentes, como peróxido de hidrogênio e soda cáustica”, como cita a reportagem do Valor Econômico.

As maiores demandas da Nilit, fabricante israelense de náilon, é um fio de reduz em 1 grau Celsius a temperatura do corpo. Já a Invista produz fios biodegradáveis feitos à base de cana-de-açúcar e fios com tecnologia de proteção a raios ultravioleta.

Esse tipo de indústria que já alguns anos vinha perdendo mercado para as produções estrangeiras encontrou na tecnologia uma maneira de reverter esse cenário. Questões que envolvem a sustentabilidade ganharam foco mundialmente, quem traçar estratégias que envolvem ações com esse propósito com certeza terá relevância.

 

 

 

*Artigo baseado na reportagem do jornal Valor Econômico

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1 comentário

  1. Que novidade ótima não sabia, muito bom !!

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