Classe executiva

 

Tecnologia e educação. Essa é uma interessante junção onde ambas as partes têm muito a somar. Conheça alguns projetos de empreendedores brasileiros voltados para esse setor e inspire-se.

As novas gerações nasceram imersas as tecnologias. Unir essa questão com as outras áreas de nossa sociedade pode ser promissor, e isso também ocorre quando o objetivo envolve o ensino.

Pequenos empreendedores brasileiros alinharam esses dois fatores e desenvolveram negócios que estão dando certo. O aplicativo MonsterJoy é um deles. Criado em São Paulo ele é uma mistura da agenda escolar tradicional e um jogo interativo. “A criança faz a tarefa em casa e avisa o professor pelo smartphone. No outro dia, o professor vê se o dever foi mesmo feito, valida pelo smartphone e concede estrelinhas ao aluno”, explica seu fundador, Rafael Ribeiro. O app também tem a opção para crianças menores no qual avisa aos pais, por exemplo, se ela dormiu bem e se alimentou; e para alunos a partir de 10 anos em que substituiu a agenda escolar.

“Minha ideia é, aos poucos, eliminar toda a comunicação em papel da escola com os pais, tais como avisos de reuniões e passeios”, diz a diretor de uma escola paulista que adotou o aplicativo.

Há também o aplicativo AgendaKids desenvolvido no Ceará e que já está em 167 escolas em 16 Estados. Um dos investidores do projeto é a StartEd Lab que faz parte da Fundação Lemann.

A BrainBento é outra iniciativa brasileira dessa área. A proposta da empresa é fazer um diagnóstico de crianças que não gostam de estudar e dar sugestões a seus pais e professores sobre como reverter o quadro. Ela está presente em algumas redes sociais, como o Youtube e o Snapchat, e agora vai produzir uma espécie de reality show sobre o assunto.

Se as crianças já usam dispositivos tecnológicos dentre de sua casa, por que não também transferir esse uso para o ambiente educacional? Esse mercado tem diversas oportunidades para serem exploradas. A educação brasileira tem ainda muito para crescer e se desenvolver. Novas iniciativas são muito bem vindas.

Abaixo segue um recorte da matéria com alguns cuidados para quem deseja investir no setor:

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*Artigo baseado na reportagem da revista Folha de S. Paulo

 

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