O que você vai ser em 2025?

 

Como você imagina que estará o nosso mundo daqui dez anos? Leia quais são as previsões de três futuristas entrevistados pelo blog na revista Fast Company – Graeme Codrington, Joe Tankersley e John Danaher.

Há tantas possibilidades de revoluções que eu poderia ficar horas e horas aqui pensando e escrevendo. Isso principalmente, pois a tecnologia avança a níveis estrondosos e atinge diversos setores da nossa vida. Se tem uma palavra que talvez nunca vá sair do nosso vocabulário, é a mobilidade. Os tablets e computadores quem sabe podem até serem substituídos por outros dispositivos, mas os smartponhes não. Eu juro que não consigo mais imaginar a nossa sociedade sem esses aparelhos. A minha previsão é que as possibilidades do uso dessa tecnologia aumentarão ainda mais.

Também não posso deixar de citar a expansão da economia colaborativa – uma sociedade compartilhando bens e serviços, uma consciência elevada quando o assunto é o consumo. Além do quesito sustentabilidade, este especialmente eu espero que cresça na cabeça das pessoas e em suas atitudes.

Veja agora as tendências feitas pelos futuristas:

  • Soldados serão substituídos por robôs, isso também dará espaço para pilotos de drones e outras funções ligadas à robótica.
  • Gestores de private banking e de fortunas darão lugar aos algoritmos. Os operadores de bolsa praticamente não existirão mais.
  • A inteligência artificial substituirá advogados, contadores, engenheiros e outros profissionais que lidam com dados e informações. (Essa eu achei meio surreal).
  • A necessidade maior de professores freelancers para cursos online.
  • A expansão dos agricultores urbanos, cujos alimentos serão produzidos até em prédios.
  • Haverá novas atividades ligadas à população idosa, como os cuidadores e até planejadores do fim da vida, que poderá tanto se encarregar do funeral como auxiliar o idoso a decidir o fim real da própria vida – cometendo eutanásia, por exemplo.
  • Também está previsto um crescimento de especialista em saúde a distância e técnicos em neuroimplantes, isso porque os conhecimentos sobre o cérebro estão se desenvolvendo mais rápido que qualquer outra técnica da medicina.
  • Com a internet das coisas, haverá cada vez mais espaço para homens e mulheres que desejem dedicar a instalar engenhocas nas residências, o famoso “faz-tudo”.
  • Também abrirá espaço para o designer de experiência de realidade virtual e especialistas em impressão 3D.

 

 

 

*Assunto extraído da Revista HSM

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