Startup cria serviço de mobilidade urbana

 

Exemplo para nos inspirar para quem deseja se aventurar no mundo do empreendedorismo. Conheça a startup Borajunto Táxi.

Foi com o objetivo de melhorar a mobilidade dos alunos da PUC-Rio – que sofriam com trânsito e estacionamentos cheios – que o design de mídia digital, Pedro Dias, a administradora Ticiana Hugentobler, e os desenvolvedores Wylliam Lima e Guilherme Pim, criaram a startup. É assim que Borajunto Táxi facilita o encontro de pessoas que desejam fazer trajetos similares de táxi e, dessa forma, dividir a corrida.

“O app registra dados como itinerário, dia e hora que você pretende usar o táxi. Em seguida, lista as pessoas que farão trajetos semelhantes”, explica Dias. Também é possível visualizar o perfil do companheiro de táxi e conferir se possui, por exemplo, amigos em comum.

O projeto desses jovens ganhou incentivo do Startup Rio – programa do governo de apoio a projetos relacionados a tecnologias digitais – e recebeu instruções de empresas como o Google e Sebrae. Depois eles embarcaram para a China e lá o Borajunto Táxi ganhou o primeiro lugar do desafio mundial de mobilidade urbana, o Michelin Challenge. Também foi um dos finalistas do programa Energia, de Portugal, e recebeu menção honrosa no Prêmio Mobilidade Minuto, que destaca iniciativas para melhoria da mobilidade urbana no Brasil.

Para quem deseja empreender, o exemplo desses jovens mostra a importância em realmente correr atrás do seu foco. Primeiramente montaram uma equipe que agrega valor – cada um possui uma função essencial no negócio -, depois desenvolveram a ideia do projeto e buscaram investimento em programas que apoiam startups. Assim se jogaram no mundo para disputar prêmios em eventos consagrados, o que é muito importante para ganhar prestígio, visibilidade e possíveis futuros negócios.

Apenas outra observação: é indiscutível que a ideia do Borajunto Táxi é ótima, mas percebo que esse mercado dos táxis está em progresso de extinção – sim, isso principalmente pela ideia do Uber e da economia colaborativa -. Contudo está muito fácil para a startup – que serve principalmente para as pessoas economizarem – se adequar a esse novo mercado.

 

*Assunto extraído da Revista W

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