O que querem as mulheres

Comentário da matéria “O que querem as mulheres”

Revista Info

 

A partir deste título, você sabe sobre o que nós vamos falar? Pode ser que você tenha acertado na mosca! Afinal, muita gente ouviu falar sobre o “Lulu” nas últimas semanas. Trata-se do aplicativo, voltado ao público feminino, que permite que as mulheres votem e comentem algumas características masculinas, principalmente voltadas ao desempenho sexual do sexo oposto.

O aplicativo Lulu tornou-se polêmica. Será que as mulheres têm o direito de responder na mesma altura o comportamento dos homens em julgar as mulheres por quesitos? Direito, eu concordo que as mulheres têm, mas será que este hábito mudará a diferenciação de gêneros na sociedade, que coloca a mulher em situação minoritária indevidamente na grande maioria das vezes?

Independente de uma opinião pessoal, a Revista Info nos traz um novo ponto de vista. Até que enfim, iniciativas tecnológicas estão inserindo a mulher no papel de protagonistas. “O episódio Lulu mostrou que há mais espaço para mulheres nos dois lados do balcão: entre os empreendedores e os consumidores”.

Uma cultura excludente faz com que apenas 12% dos estudantes dos cursos de ciência ou engenharia da computação sejam mulheres. Sendo assim, menos de 5% das startups do setor de tecnologia são fundadas por mulheres. As ofertas de produtos tecnológicos desenhada para este público ainda é modesta.

Não podemos repetir fórmulas ultrapassadas em projetos que se consideram inovadores. É preciso inserir a figura feminina em nossos empreendimentos de tecnologia e valorizar muito mais seus pontos de vista sistêmicos e detalhistas. O Lulu pode sim abrir portas para discussões mais amplas e despertar para a importância em sairmos da nossa zona de conforto.

 

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