O celular paga a conta

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Revista Info

 

Pagar as contas pelo celular – é assim que o smartphone torna-se um item cada vez mais indispensável para as pessoas. Lendo as revistas e pesquisas, trata-se ainda de uma tendência do mercado, mas é importante dizer que várias companhias, ao redor do mundo, correm atrás para serem pioneiras em um método de “mobile payment” mais simples, barato e que por fim se popularize rapidamente.

No Brasil também temos algumas importantes iniciativas que visam acelerar este processo de pagar as contas pelo celular. O Banco Itaú lidera um projeto piloto, que inclusive já pode ser utilizado em alguns supermercados da rede Pão de Açúcar e na loja virtual do Ponto Frio.

De acordo com informações da Revista Info, o projeto nomeado Itaú Mobile Card, começou a ser idealizado em novembro de 2011 e foi desenvolvido por uma equipe de 15 pessoas ligadas à área de pagamentos móveis de banco.

Após vincular a conta de telefone ao sistema do banco, o usuário deve baixar um aplicativo para gerenciar as transações. Na hora de efetuar o pagamento, basta digitar o número de celular, aguardar o envio da notificação ao dispositivo móvel e confirmar virtualmente a transação. O aplicativo está disponível para Android e iOS, e por enquanto, só pode ser utilizado por clientes que têm cartões de crédito com a bandeira Mastercard.

Em parceria com a Tim, o Itaú também já iniciou os testes para pagamentos por NFC. Em janeiro, os responsáveis pelo projeto distribuíram 50 aparelhos com o sistema Mobile Pass, que permite a transmissão de dados para realizar transições financeiras. Em um ambiente controlado, os usuários selecionados conseguiram pagar as contas em 100 restaurantes localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Tais experiências demonstram que a tecnologia e o empreendedorismo brasileiros estão atentos às tendências e, mais do que isto, podem contribuir com novas soluções adaptáveis a todo planeta. Esforços como estes devem ser estimulados e contar com a valorização pública. Porém, também é preciso encontrar nossos novos inventores, que por muitas vezes, não tem a base de uma grande marca, mas podem contribuir para inovação “made in Brazil”.

 

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