Fique 30 dias sem o Google

Comentário da matéria “Fique 30 dias sem o Google”

Revista Veja

 

Se você é um viciado na internet, deve ter lido este título com estranheza. Será possível ficar sem o Google: o maior buscador da rede, o sistema operacional de celulares mais popular, o e-mail mais utilizado por pessoas do mundo inteiro, o site de vídeos mais acessado, dentre outros títulos?

O pessoal da Revista Info fez um desafio à Paula Rothman, uma de suas repórteres. Um texto didático que nos provoca: é possível viver sem o Google. Passando por fases, a jornalista demonstra o processo de desintoxicação que viveu, que ao mesmo tempo lhe fez aprender um novo jeito de acessar a internet, sendo mais consciente dos riscos de quem está 100% on-line.

Negação, raiva, paranóia e aceitação foram os estágios descritos por Paula Rothman durante os 30 dias sem Google. Mas o destaque maior está para a percepção de quanto os dados estão vulneráveis para quem usa os serviços do Google. A empresa monitora seus dados o tempo todo e com isso consegue oferecer serviços de publicidade mais assertivos.

Neste sentido, a repórter indica o “Ghostery”, um plugin que mostra quantos e quais rastreadores detectaram seus passos enquanto você está on-line. Além disso, Paula faz uma declaração importante sobre a política de rastreamento: “Até certo ponto, estou disposta a fazer essa troca dos dados pessoais por serviços de qualidade. Mas ter consciência de que se trata de uma troca é importante”.

Veja outros serviços indicados como alternativas ao domínio Google. Lembrando que na internet também vale o livre-arbítrio.


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