Da física à tecnologia

Comentário da matéria “Da física à tecnologia”

Revista Info

 

Se você começou a ler este texto, talvez seja um declarado nerd. “Física” e “Tecnologia” não são propriamente assuntos populares. Mas a matéria da Revista Info nos esclarece que muitos pesquisadores, dentro de seus laboratórios, foram os grandes responsáveis pelos aparelhos e o estilo de vida que temos hoje.

Com destaque foi citado o Centro Europeu de Pesquisa Nuclear, que fica em Genebra, na Suíça. Criado em 1954, o Cern reúne especialistas em diversas áreas. São físicos, engenheiros, cientistas da computação, torneiros mecânicos e ferramenteiros. Profissionais responsáveis por grandes invenções, hoje comuns no nosso dia a dia.

A grande novidade surgida ali foi a web, criada no começo da década de 1990 pelo físico e cientista da computação britânico Tim Berners-Lee. Ele pensou na rede como uma forma de ajudar a comunidade científica local a trocar dados com pesquisadores e universitários de outros países. A invenção não foi patenteada por Lee, mas existe o consenso de que ele é o criador da internet.

A história das telas sensíveis ao toque também passa pelo Cern. Na década de 70, Bent Stumpe criou a tela para reduzir a quantidade de botões no console que seria montado no centro de controle de um acelerador. Indiretamente, podemos dizer que a popularização de smartphone e tablets também pode ser creditada ao Cern, pelo menos no que se refere aos comandos na tela.

Apesar de longa data, o Cern continua ativíssimo. Pesquisadores como o brasileiro, Denis Damazio, engenheiro eletrônico, realizam um sonho ao aliar o exercício prático da física com a tecnologia. Damázio participa do projeto Atlas, que acusa a provável existência de energia durante a colisão de partículas.

Um local reservado aos melhores pesquisadores do mundo, que reúne anseios da iniciativa privada e pública, e que transpira inovação. Precisamos nos inspirar no Cern para desenvolvermos nossos centros de estudos e parques tecnológicos. Fortalecer a pesquisa como base de uma ciência transformadora, que traga resultados reais a toda sociedade e que sustente o potencial de nossos jovens cientistas. Este é um dos grandes passos que precisamos e vamos seguir.

 

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