O que a Amazon quer com o varejo físico

 

Nós já sabemos que a maior varejista digital do mundo se aventurou também no varejo físico, feito este que aconteceu no final de 2015. O que ainda deixa dúvidas é sobre as reais intenções dessa empresa e como tudo isso pode influenciar o varejo de forma geral.

A cidade de Seattle, Estados Unidos, foi a primeira a sediar a estrutura física da Amazon. Em outras palavras, serve mais como um local para que a companhias realize testes. A segunda loja deve ser aberta em San Diego. Segundo as especulações, os planos da Amazon são de inaugurar ao todo 400 desses empreendimentos.

“A Amazon pode estar tentando criar um tipo diferente de loja: uma unidade de varejo físico que utiliza tecnologia e capacidade analítica”, disse a professora americana Amada Nicholson.

Para quem fez tanto sucesso se apoiando na internet e em diferentes inovações, é bem provável que um modelo novo esteja em vista. O que deixa todo mundo também curioso é a série de pedidos de patente que a companhia fez ligadas ao manejo de novos materiais e outras áreas, um deles é “reconhecer quem é o cliente e seus dados de pagamento enquanto ele está circulando pelas estantes de uma loja e contemplando produtos, o que viabiliza o checkout sem atendente”, com explica a reportagem da revista HSM.

Apenas com essa funcionalidade, por exemplo, a Amazon iria reduzir mais seus custos, o que a tornaria um problema ainda maior para suas concorrentes.

Com um faturamento de US$ 107 bilhões e um lucro líquido de US$ 596 milhões, não se deve passar despercebido às estratégias dessa empresa. Assim como aconteceu no mundo virtual, significativas mudanças na forma de gerir a estrutura física da Amazon vai influenciar todo esse mercado. É importante acompanhar o que vem por aí.

 

 

 

*Assunto baseado na reportagem da revista HSM

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