Emissoras se adaptam a espectador on-line

 

A nossa experiência em assistir conteúdos de vídeo se transformou depois da ascensão da tecnologia. As emissoras de TV aberta tem consciência das mudanças e para isso estão revendo seus modelos de negócios.

A tela da televisão deixou de ser o único canal para assistir a programação. Hoje nós temos os smartphones, tablets, juntamente com seus aplicativos e plataformas como o Youtube e o Netflix. É nesse sentido que cada vez mais emissoras tradicionais produzem conteúdos para a internet.

A Rede Globo recentemente lançou o Globo Play, uma plataforma digital de vídeos que permite o acesso à programação pelo site ou por um app, para ver íntegras de novelas ou programas de humor, por exemplo, a mensalidade custa R$ 12,90. Há também o aplicativo TV SBT que funciona de forma similar. O R7 da Record que oferece sua programação no Youtube por uma assinatura de R$ 10,90. A Band e o SBT também fizeram acordo com o Netflix para vender suas produções de novelas e jornalismo.

Além de acompanhar as tendências do público, as emissoras utilizam esses outros meios como forma a mais de gerar receita. A TV ainda é a forma mais usada para assistir a programação, mas com o crescimento da internet e dos dispositivos móveis esse cenário mudou bastante. A satisfatória experiência com os programas do mundo virtual é a possibilidade de poder assistir aos conteúdos no dia e no lugar que queremos. Penso que ainda vai demorar um tempo para a web chegar bem próxima da TV, pois para isso será necessário investimentos e esforços para que as populações menos favorecidas possam enfim ter acesso ao mundo digital, um direito que deve ser de todos os cidadãos.  

 

 

*Assunto extraído do Jornal Valor Econômico

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