Movimento na nuvem

 

Para reduzir custos e ao mesmo tempo inserir inovação nos negócios, as empresas adotam cada vez mais uma tecnologia: a computação em nuvem.

“Em todo o mundo, a computação em nuvem cresce mais de 40% ao ano. As empresas vão comprar TI de outra forma e o Brasil acompanha o movimento”, afirma David Gonzales, diretor geral a Intel Brasil. Estima-se que esse mercado movimento em 2017 cerca de US$ 1,11 bilhão, segundo a Frost & Sullivan.

“Companhias de todos os portes podem ter acesso a soluções de ponta sem investir na base tecnológica”, diz Ricardo Chisman, da Accenture. Isso porque o cloud computing evita gastos com gestão tecnológica, contratação de profissionais, infraestrutura de refrigeração e energia elétrica. Há uma economia significativa e, de quebra, as empresas ainda estão inserindo em seus negócios uma ferramenta tecnológica inovadora.

“Estamos diante de uma nova era para os negócios e não há como prever as necessidades computacionais das empresas em curto prazo. A nuvem tem capacidade para adequar a oferta à demanda”, explica Shawn Price, da Oracle.

Na difícil situação econômica do Brasil, conseguir reduzir custos é o objetivo da maioria dos negócios. Não adianta apenas ser pessimista e esperar pelo momento que esse cenário irá mudar. É preciso ter jogo de cintura para driblar a crise e até mesmo conseguir tirar proveito da situação. Em relação ao cloud computing, mesmo a ferramenta já estar em movimento há algum tempo, ela talvez nunca tenha sido tão requisitada em nosso país. Ainda bem que ao menos nesse processo nós temos uma solução.

 

 

*Assunto extraído do Jornal Valor Econômico

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