O futuro chegou

 

A revolução no setor automobilístico está mais visível e crescente do que nunca. As maravilhosas inovações e tecnologias vão mudar radicalmente – entenda-se: para melhor – a nossa experiência nas quatro rodas.

As montadoras se apressam para desenvolver conceitos de carros sem motoristas e movidos a fontes de energias alternativas – carros elétricos, híbridos, movidos a biocombustíveis ou à fusão nuclear -, e também ficam de olho, pois sabem que terão que concorrer com outras gigantes que estão nesse mercado, como o Google, Apple, e até mesmo o Uber.

Nesse futuro não tão distante, os carros se comunicarão com outros veículos na rua e com a infraestrutura das vias, enviando alertas e brecagens automáticas em caso de possíveis acidentes. Esses veículos inteligentes irão escolher o melhor trajeto, encontrar vagas mais próximas e estacionar sozinhos. Em caso de acidentes, os bancos poderão preparar o passageiro para o choque, e se a colisão acontecer o próprio automóvel mandará mensagem para serviços de resgates.

Os motoristas apenas vão intervir em momentos especiais, enquanto isso poderá ler um livro, jogar videogame, assistir filmes ou conectar a internet e entrar nas redes sociais através do painel do carro.

Segundo o Google, em meados desse ano colocará nas ruas da Califórnia, EUA, seu pequeno protótipo de carro sem motorista, um veículo inteligente que leva duas pessoas. A gigante de buscas também anunciou que ainda neste ano será lançado no Brasil os primeiros modelos do sistema operacional Android Auto. “Estamos tornando o próprio carro um dispositivo conectado”, diz Daniel Holle, diretor do Google. Enquanto isso os rumores sugerem que a Apple está preparando o seu iCar; e o Uber desenvolvendo seu táxi autônomo.

Fico extasiado com esse tipo de assunto. Pensemos em quanta revolução nós estamos prestes a vivenciar. Como já comentei aqui no blog, essa indústria tem muito para evoluir e nós estamos mais que preparados para ver essas mudanças.

Leiam como Henrique Von Atzingen, executivo de mobilidade da IBM Brasil, descreve em texto para o site IDGNOW: “Creio que antes do final desta década o transporte público será muito, muito diferente do que é hoje. Os carros autônomos terão seu computador de bordo aberto para download de softwares. Os felizes donos de um carro autônomo poderão ir ao trabalho ouvindo música e lendo jornal, no iPad é claro. Ao chegar ao trabalho, ligarão o modo “Uber” do carro, ou quem sabe o modo “99taxis”. Assim o carro seguirá na cidade transportando passageiros. O dono do carro autônomo não vai precisar de garagem no trabalho nem em sua casa, pois o carro ficará no modo compartilhamento enquanto seu dono não precisar usá-lo. Quando a bateria do carro estiver pra acabar ele vai se auto-abastecer via indução nos postos do futuro, e depois continuará sua jornada. Dica aos taxistas: ainda faltam 5 anos até o final da década, dá tempo de buscar novos desafios de carreira.” – Percebem a dimensão em termos de mudanças que essas tecnologias vão trazer para a nossa sociedade?

Uma das poucas coisas que me faz ‘perder a cabeça’ é o trânsito: engarrafamentos, discussões entre pessoas, falta de lugar para estacionar, acidentes e etc. Com as inovações nessa indústria todos esses problemas diminuíram significamente, ou melhor, vão entrar em extinção – que assim seja! É claro que existirão obstáculos a serem enfrentados, por exemplo, a regulamentação desses veículos, mas nada que impeça que a nossa vida nas ruas e estradas se tornem talvez, prazerosas.

 

*Assunto extraído da Revista Isto É

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