Europeus forçam empresas da web a agir contra terror

A Europa quer urgência para combater o terrorismo, e para isso eles precisam mais do que nunca do apoio e cooperação das companhias americanas de internet e redes sociais, como Facebook, Twitter e Google. Mas essa “parceria” não é tão simples quanto parece.

Um dos pedidos do governo europeu para as companhias está na retirada de conteúdos que fazem referência ao terrorismo, como vídeos de sermões de pregadores radicais ou postagens de extremistas encorajando ocidentais a se unirem a eles nos combates da Síria.

“Em geral, elas entregam apenas dados pessoais limitados dos usuários para um grupo restrito de países aliados aos EUA, direcionando solicitações mais detalhadas ao governo americano. As empresas também hesitam em remover conteúdo que não viola suas próprias regras ou leis americanas”, cita a matéria do Valor Econômico.

Desde os ataques na França, a polícia excluiu mais de 25 mil conteúdos que expressavam apoio aos grupos terroristas. Hackers vinculados a esses grupos de terror reivindicaram quase 1300 ataques cibernéticos a sites franceses. “Isso é algo que nunca vimos”, afirmou o vice-almirante Arnaud Coustillière, comandante de defesa cibernética das Forças Armadas francesas.

Em um cenário cada vez mais virtual, a guerra ultrapassou os limites das fronteiras terrestres, o terror também está no mundo online. Percebo que entramos em uma era em que a batalha entre as nações será quase sempre estendida ao meio digital. Preocupante…

 

 

Fonte: Valo Econômico

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