A Apple sem Jobs

Comentário da matéria “A Apple sem Jobs”

Revista Info

 

Como você vê a Apple sem Jobs?

Abstraindo-se de um ponto de vista pessoal, a Revista Info publica a informação: “Oscilando em torno de 663 dólares por ação, o valor de mercado da empresa aumentou em mais de 275 bilhões de dólares. Com uma capitalização de cerca de 624 bilhões de dólares verificada em meados de agosto, a Apple tornou-se a empresa mais valiosa da história”.

Agora em outubro (dia 5), completa-se um ano da morte de Jobs. A empresa, até então é comandada por Tim Cook, e teve excelente desempenho, lançou novos produtos, mas, sobretudo experimenta os indícios de uma nova cultura, com uma característica mais humana e política.

Em janeiro deste ano, após sucessivas críticas em jornais sobre as fábricas na China, Cook foi presencialmente às unidades chinesas. Além disso, dobrou o número de auditorias por inspetores da Apple nas fábricas e abriu suas portas para a Fair Labor Association (FLA), uma ONG dedicada a melhorar as condições para os trabalhadores ao redor do mundo todo.

Funcionários também gostaram das mudanças, inclusive na sede da empresa. Na hora do almoço costuma se sentar com empregados aleatórios no refeitório da empresa. Além disto, responde e-mail dos colaboradores e se expõe em público quase que frequentemente. Posicionamento oposto ao jeito sisudo de Jobs, que era visto como assustador e distante.

Cook foi escolhido por Jobs, sinal de que era admirado e respeitado pelo ícone da Apple. Tem o aval para emplacar seu jeito pessoal ao liderar equipes e planejar estrategicamente os novos passos. Mais do que uma empresa inovadora, a Apple ditava tendências. Steve Jobs antecipou-se a própria morte e descreveu alguns passos a serem dados pela Apple. Cabe a nós perguntar até quando ele previu o futuro.

 

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