A Apple mostrou que é maior que meu cérebro

Comentário da matéria: “A Apple mostrou que é maior que meu cérebro”

Jornal Valor Econômico

 

Desde 2011, a Apple é considerada a empresa mais valiosa do mundo. Seus números realmente impressionam, mas os grandes aliados da empresa são os apaixonados pelas marcas. Verdadeiros applemaníacos que defendem a “maçã”.

Linda Stern é uma destas apaixonadas e viciadas pelos produtos da marca. Em seu artigo “A Apple mostrou que é maior que meu cérebro”, publicado no Jornal Valor Econômico, ela mostra os números da empresa no mercado de ações e defende que tempos ainda melhores estão por vir.

Hoje, a ação da Apple é negociada por cerca de US$ 628 – valor muito acima dos concorrentes. Em 1999, a Microsoft, em seu ápice, atingiu o valor de mercado de US$ 619 bilhões e hoje ela vale menos de US$ 255 bilhões.

Nomeando a Apple de “gorila de Wall Stret”, Linda Stern explica que a companhia domina até mesmo uma carteira de fundos diversificada, ou seja, mesmo você sendo acionista de um fundo popular, pode estar sentado em parte dos lucros da Apple.

Apesar de ser confiante em melhores índices para a Apple, a colunista não deixa de citar os grandes desafios para a perpetuação do reinado, como as condições de trabalho nas fábricas da China, os processos judiciais principalmente contra antitrustes e não menos importante, a ausência do líder Steve Jobs, morto em 2011.

O mercado de ações sobrevive das incertezas do amanhã, entretanto, a Apple é uma fortaleza não só em seu segmento, mas como unidade corporativa que encanta pelas suas inovações futurísticas. Steve deixou um grande legado e um exemplo forte para os líderes atuais. A saúde financeira da companhia pode mesmo estar só no início.

 

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